O Senado Federal aprovou ontem a maior palhaçada da história das TVs à Cabo do país.
A primeira desculpa é que irão aumentar a concorrência do setor, agora as empresas de telefonia poderão fornecedor o serviço por cabo, satélite, microondas, etc, mas ao mesmo tempo aprovaram coisas absurdas, como QUOTAS DE PROGRAMAS NACIONAIS EM TODOS OS CANAIS!. Isto mesmo, uma CNN da vida terá que transmitir 3,5 horas de programas nacionais ao longo da semana e no horário nobre das 18 às 22hs. O caso é que as pessoas já possuem TV à Cabo para não precisar assistir às porcarias nacionais, aos programas ridículos e sem conteúdo, aos programas com humor ultrapassado e mesquinho.
Como fará uma Warner que só passa seriados americanos? Terá que passar seriados nacionais? Pois é, se eles existissem! Como fará uma SIC Internacional de Portugal, cuja programação é a mesma para todo mundo e nem base tem no Brasil? Como fará uma CNN Internacional que é direto dos EUA e totalmente em inglês?
Certamente esses canais irão ser proibidos de passar no Brasil pois não tem como se adaptar às leis tupiniquins brasileira. Uma TV5 da França? Não há como editar esses canais para passarem programas nacionais.
Vou ter é que comprar uma AzBox e ficar com canais em Espanhol que são passados para o resto da América Latina.
Acabaram com a TV à Cabo no Brasil. Parabéns srs. Senadores, trabalham pouco e quando o fazem é para ferir o direito do cliente de assistir o que ele quer, o que ele gosta!
ISTO É UM ABSURDO!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
a OCDE aponta inversão nos ciclos de crescimento dos principais mercados em todo o mundo
Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômicos aponta inversão nos ciclos de crescimento dos principais mercados em todo o mundo, segundo notícia publicada no site de VEJA.
Isso já era de se esperar, pois com os problemas da dívida americana, corte de trilhões de dólares para os próximos anos, rebaixamento das notas dos títulos da dívida norte-americana (quanto pior a nota, mais próvavel o calote), e possível aumento da recessão nos principais países do mundo.
O problema é saber qual será o fundo do poço. Ainda temos Itália e Espanha em situação difícil. Neste último, a dívida corresponde a 63,5% do PIB do país, além de contarem com um índice de desemprego de 20%, economia estagnada e arrecadação em baixa.
Espero que o poço tenha fundo e não seja tão fundo, pois se não, irá com certeza respingar no Brasil, afinal, quase não temos mais empresas "brasileiras", a grande maioria possuem capital estrangeiro ou controlador estrangeiro.
Isso já era de se esperar, pois com os problemas da dívida americana, corte de trilhões de dólares para os próximos anos, rebaixamento das notas dos títulos da dívida norte-americana (quanto pior a nota, mais próvavel o calote), e possível aumento da recessão nos principais países do mundo.
O problema é saber qual será o fundo do poço. Ainda temos Itália e Espanha em situação difícil. Neste último, a dívida corresponde a 63,5% do PIB do país, além de contarem com um índice de desemprego de 20%, economia estagnada e arrecadação em baixa.
Espero que o poço tenha fundo e não seja tão fundo, pois se não, irá com certeza respingar no Brasil, afinal, quase não temos mais empresas "brasileiras", a grande maioria possuem capital estrangeiro ou controlador estrangeiro.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Franco Suíço se valoriza frente ao dolar em mais de 10% em 1 mês!
Que o dólar está em queda livre, isso o mundo todo já sabe há muito tempo. Mas tem moedas que estão se valorizando demais frente ao dólar, mesmo contra a vontade de seus países. É o que ocorreu com o Franco Suíço, que do dia 05 de Julho até o dia 04 de Agosto se valorizou em 10,15%. Em 05 de Julho 1 dólar comprava CHF 0,845, agora em 04 de Agosto compra apenas CFH 0,767.
Em relação ao Real fica ainda mais claro. Precisávamos de R$ 1,84 para comprar 1 Franco Suíço, agora precisamos de R$ 2,05 para comprar o mesmo Franco Suíço. Isto tudo em apenas 1 mês e mesmo o Real se valorizando perante o dólar.
O mesmo tem ocorrido com o Iene Japonês. Onde do dia 05 de Julho até o dia 01 de Agosto, a valorização perante o dólar era de mais de 6%. O Governo japonês inundou o mercado com Ienes para não ter sua moeda sobrevalorizada, agora a valorização no mês caiu para 2,5%.
As verdinhas não valem mais como antigamente!
Em relação ao Real fica ainda mais claro. Precisávamos de R$ 1,84 para comprar 1 Franco Suíço, agora precisamos de R$ 2,05 para comprar o mesmo Franco Suíço. Isto tudo em apenas 1 mês e mesmo o Real se valorizando perante o dólar.
O mesmo tem ocorrido com o Iene Japonês. Onde do dia 05 de Julho até o dia 01 de Agosto, a valorização perante o dólar era de mais de 6%. O Governo japonês inundou o mercado com Ienes para não ter sua moeda sobrevalorizada, agora a valorização no mês caiu para 2,5%.
As verdinhas não valem mais como antigamente!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Fala do Presidente da Petrobrás repercute mal no governo e desmente aumento!
A fala do Presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli, não repercutiu de maneira positiva junto aos demais setores do governo, sobretudo da política econômica e da própria Presidente Dilma. Ele disse que "houve um mal entendido em sua fala" quando falou em limite máximo de refino do petróleo para fazer gasolina e que teria que importar o combustível", que mesmo acontecendo isso não irá reajustar o preço do combustível, se os preços do petróleo se mantiverem.
Na verdade, há tempo o Presidente da Petrobrás quer um reajuste nos preços, fala que estampou no início do ano e que na verdade não mudou. A questão foi que, uma nova alta da gasolina acarretaria um impacto forte na inflação, por isso, o governo prefere ver lucros menores na Petrobrás do que a volta forte da inflação, onde teria que aumentar os juros sobremaneira.
Na verdade, há tempo o Presidente da Petrobrás quer um reajuste nos preços, fala que estampou no início do ano e que na verdade não mudou. A questão foi que, uma nova alta da gasolina acarretaria um impacto forte na inflação, por isso, o governo prefere ver lucros menores na Petrobrás do que a volta forte da inflação, onde teria que aumentar os juros sobremaneira.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Vem aí novo aumento da gasolina pela Petrobrás - preparem-se!
Presidente da Petrobrás afirmou em entrevista para jornalista da Rede Globo, que a produção de gasolina da Petrobrás está no limite, devido ao aumento da quantidade de automóveis em circulação e a queda da produção de etanol, o que faz com que a gasolina seja o combustível mais vantajoso em relação ao etanol.
Isso resume-se em uma coisa: justificativa para aumento do preço da gasolina, que há muito tempo a Petrobrás vem querendo e o governo não quer ouvir falar, pois o etanol já tem impactado fortemente no preço da gasolina, pois infelizmente o Brasil tem uma mistura podre, adição de álcool anidro de 25%, com a desculpa que a mistura reduz a poluição. Se fosse verdade toda a Europa já usaria tal tipo de mistura, sendo que na Europa o combustível menos poluente é o Diesel (50ppm de enxofre), oposto ao Brasil, cujo Diesel é o mais poluente (1500ppm de enxofre).
Minha previsão é de pelo menos 10% de aumento, isso no curto prazo, juntando com o impacto do etanol na entre-safra, final do ano teremos o litro pelo menos 20% mais caro.
Isso resume-se em uma coisa: justificativa para aumento do preço da gasolina, que há muito tempo a Petrobrás vem querendo e o governo não quer ouvir falar, pois o etanol já tem impactado fortemente no preço da gasolina, pois infelizmente o Brasil tem uma mistura podre, adição de álcool anidro de 25%, com a desculpa que a mistura reduz a poluição. Se fosse verdade toda a Europa já usaria tal tipo de mistura, sendo que na Europa o combustível menos poluente é o Diesel (50ppm de enxofre), oposto ao Brasil, cujo Diesel é o mais poluente (1500ppm de enxofre).
Minha previsão é de pelo menos 10% de aumento, isso no curto prazo, juntando com o impacto do etanol na entre-safra, final do ano teremos o litro pelo menos 20% mais caro.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Os limites do governo (EUA) se financiar com a própria moeda
O Governo Obama encontra-se num grande dilema, pois a dívida pública está chegando no limite estabelecido pelo congresso americano e Obama deseja que este valor seja aumentado.
Muitos economistas falam que para os EUA é fácil, pois a dívida deles é na própria moeda que emitem, sem nenhum tipo de lastro. Com certeza, disto não discordo. Mas existe um limite para isso. A simples impressão de mais papel moeda e uma enxurada de dólares em todo o mundo trará, além de inflação para os americanos, uma desvalorização ainda maior do dólar frente às moedas do resto do mundo. O mercado mundial já está com excesso de dólares. Hoje até o dólar canadense está de 4 a 6% com valor de face superior ao dólar americano.
Financiar-se com a própria moeda sempre será mais vantajoso que outros países cujas moedas são ancoradas no dólar, mas tudo tem um limite para o mercado.
Muitos economistas falam que para os EUA é fácil, pois a dívida deles é na própria moeda que emitem, sem nenhum tipo de lastro. Com certeza, disto não discordo. Mas existe um limite para isso. A simples impressão de mais papel moeda e uma enxurada de dólares em todo o mundo trará, além de inflação para os americanos, uma desvalorização ainda maior do dólar frente às moedas do resto do mundo. O mercado mundial já está com excesso de dólares. Hoje até o dólar canadense está de 4 a 6% com valor de face superior ao dólar americano.
Financiar-se com a própria moeda sempre será mais vantajoso que outros países cujas moedas são ancoradas no dólar, mas tudo tem um limite para o mercado.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Por que os agricultores perdem dinheiro quando aumentam a produção? Saiba mais
Seguidamente tenho visto o protesto de muitos agricultores reclamando de preços dos produtos agrícolas, pois o preço não está compensando os custos de produção existentes.
Bom, primeiramente, o preço de qualquer produto é regulado pela conhecida lei da oferta e demanda. Se o produto é muito demandado, e a produção (oferta) se mantém, seu preço subirá. Um exemplo disso é o próprio etanol. Com a imensa quantidade de carros flex no país, a demanda aumentou consideravelemente, mas a produção não acompanhou, resultado, etanol mais caro para o consumidor.
No caso dos produtores de arroz do RS, que dizem ser inviável continuar a produzir arroz tenho os seguintes comentários.
Se o preço em 2010 estava bom, por que aumentar a área plantada e o consequente aumento da produção em 20%? Não é porque o arroz está mais barato que iremos diariamente nos entupir de arroz no almoço e janta de cada dia. O consumo de arroz não sofre alterações de demanda no gosto individual do consumidor. Houve aumento na demanda mundial? Está faltando arroz no mercado? Não. Então os produtores devolvem plantar a mesma área e produzir a mesma quantidade.
Sempre que vejo os agricultores comemorando preço alto de uma commoditie, já ouço que no ano seguinte irão aumentar a produção com o intuito de aumentar os ganhos. Burrice! Mantenham a produção, se a demanda for maior que a oferta, os preços subirão ainda mais e os lucros serão maiores com a mesma produção. Mas se aumentarem a produção em demasia, o preço cairá e os lucros serão menores, isso se existir lucro!
O mercado agrícola é muito instável, alguns produtos dependem de demandas mundiais, outros não. Se a demanda mundial está crescendo, vale a pena expandir a produção, isso, se o preço se manter.
Até hoje não entendi o aumento da área plantada dos arrozeiros no RS. Resultado, produziram demais, além do que o mercado iria assimilar, os preços ficaram pifíos, com preços abaixo do custo de produção. Queriam a todo custo ajuda do governo federal. Sendo que na verdade, eles precisam é analisar melhor o mercado antes de aumentarem a produção pelo simples achômetro que no ano seguinte o preço será mais alto e irão ganhar mais. Mercado agrícola não é assim!
Ao mesmo tempo, todo preço máximo tem um limite, se o preço do arroz ficar exageradamente alto, as pessoas irão trocar o arroz pelo macarrão, irá sobrar mais arroz no mercado e o preço cairá, pois sua demanda é elástica. Já no caso da gasolina, cuja demanda já é inelástica (mas não totalmente inelástica), mesmo com o preço subindo, muitos consumidores não terão como deixar de abastecer seus carros e terão que arcar com o aumento de preços. Afinal, precisam continuar rodando diariamente, talvez diminuam as viagens a turismo, mas o uso para o trabalho ou lomoção para ir ao trabalho, esse não se altera.
Sabemos que os produtores agrícolas são inúmeros, um só aumentando a área de produção não afetará o mercado, mas o que ocorre é que a maioria aumenta em conjunto, aumentando a oferta agregada. Como saber se os demais não irão aumentar e você aumentando ganhará mais pois aumentou sozinho, não há como.
Bom, primeiramente, o preço de qualquer produto é regulado pela conhecida lei da oferta e demanda. Se o produto é muito demandado, e a produção (oferta) se mantém, seu preço subirá. Um exemplo disso é o próprio etanol. Com a imensa quantidade de carros flex no país, a demanda aumentou consideravelemente, mas a produção não acompanhou, resultado, etanol mais caro para o consumidor.
No caso dos produtores de arroz do RS, que dizem ser inviável continuar a produzir arroz tenho os seguintes comentários.
Se o preço em 2010 estava bom, por que aumentar a área plantada e o consequente aumento da produção em 20%? Não é porque o arroz está mais barato que iremos diariamente nos entupir de arroz no almoço e janta de cada dia. O consumo de arroz não sofre alterações de demanda no gosto individual do consumidor. Houve aumento na demanda mundial? Está faltando arroz no mercado? Não. Então os produtores devolvem plantar a mesma área e produzir a mesma quantidade.
Sempre que vejo os agricultores comemorando preço alto de uma commoditie, já ouço que no ano seguinte irão aumentar a produção com o intuito de aumentar os ganhos. Burrice! Mantenham a produção, se a demanda for maior que a oferta, os preços subirão ainda mais e os lucros serão maiores com a mesma produção. Mas se aumentarem a produção em demasia, o preço cairá e os lucros serão menores, isso se existir lucro!
O mercado agrícola é muito instável, alguns produtos dependem de demandas mundiais, outros não. Se a demanda mundial está crescendo, vale a pena expandir a produção, isso, se o preço se manter.
Até hoje não entendi o aumento da área plantada dos arrozeiros no RS. Resultado, produziram demais, além do que o mercado iria assimilar, os preços ficaram pifíos, com preços abaixo do custo de produção. Queriam a todo custo ajuda do governo federal. Sendo que na verdade, eles precisam é analisar melhor o mercado antes de aumentarem a produção pelo simples achômetro que no ano seguinte o preço será mais alto e irão ganhar mais. Mercado agrícola não é assim!
Ao mesmo tempo, todo preço máximo tem um limite, se o preço do arroz ficar exageradamente alto, as pessoas irão trocar o arroz pelo macarrão, irá sobrar mais arroz no mercado e o preço cairá, pois sua demanda é elástica. Já no caso da gasolina, cuja demanda já é inelástica (mas não totalmente inelástica), mesmo com o preço subindo, muitos consumidores não terão como deixar de abastecer seus carros e terão que arcar com o aumento de preços. Afinal, precisam continuar rodando diariamente, talvez diminuam as viagens a turismo, mas o uso para o trabalho ou lomoção para ir ao trabalho, esse não se altera.
Sabemos que os produtores agrícolas são inúmeros, um só aumentando a área de produção não afetará o mercado, mas o que ocorre é que a maioria aumenta em conjunto, aumentando a oferta agregada. Como saber se os demais não irão aumentar e você aumentando ganhará mais pois aumentou sozinho, não há como.
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